Salvador, 06/11/2026 13:31

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Jaques Wagner credita vitória da chapa ao Senado e de Jerônimo a entregas no estado e avanço do VLT em Salvador

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Senador reeleito afirma que investimentos de R$ 145 bilhões e obras de mobilidade na capital reduziram a vantagem esperada pela oposição

O senador reeleito Jaques Wagner (PT) afirmou nesta sexta-feira (6) que sempre teve convicção no sucesso da chapa governista ao Senado e na reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia. Em entrevista ao programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM e do portal BNews, o parlamentar avaliou que os resultados nas urnas refletem o reconhecimento da população às entregas administrativas realizadas nos últimos 20 anos pelo grupo político que governa o estado.

Na disputa pelas duas vagas baianas no Senado em 2026, Rui Costa (PT) foi eleito com 4.335.196 votos (30,07%) e Jaques Wagner conquistou um novo mandato com 3.986.690 votos (27,65%). Para o líder do governo no Senado, a presença de dois ex-governadores bem avaliados e a captação de recursos federais foram determinantes.

Eu sempre achei, porque era uma chapa muito forte. Dois ex-governadores, eu e Rui, que saímos do governo bem avaliados, ambos fizemos o sucessor. Eu saí, Rui ganhou. Rui saiu, Jerônimo ganhou. Muito serviço prestado. Rui lá na Casa Civil, eu na liderança do governo, ajudamos a trazer muito investimento para cá, 145 bi. E eu gosto sempre de repetir a frase que é de Otto: nada resiste ao trabalho, declarou.

Wagner também destacou o desempenho eleitoral em Salvador, onde a oposição projetava uma vantagem de até 600 mil votos, mas a diferença final ficou em 139 mil. Segundo ele, intervenções estruturantes do Governo do Estado na capital, como a Via Expressa, a nova rodoviária, a expansão do metrô até o Campo Grande e a implantação do VLT no Subúrbio Ferroviário, impulsionaram a votação governista.

Porque o VLT, na medida em que ele foi chegando, e aqui minha reverência ao Eracy, que atualmente é o chefe da Casa Civil de Jerônimo, é um ótimo gestor. E cada lugar parecia essas coisas mesmo de rede social: o VLT ia chegando e ia chegando alguma modernização, ou é um negócio de skate, ou é um campo de futebol, ou é um restaurante novo. O VLT foi isso, é como se fosse um filminho que fosse acendendo as coisas assim ao longo da Suburbana, a autoestima do pessoal lá em cima, e eles caíram dos 600 mil que eles queriam para 139, afirmou o senador.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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