O presidente da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, o deputado estadual Ricardo Sales (PP), comemorou a retomada das atividades do colegiado após o segundo turno das eleições municipais e disse quais serão os focos da Comissão nesta reta final de 2024
“Nós tivemos hoje discussões muito importantes aqui na Comissão de Infraestrutura, definimos algumas pautas importantes. Nós vamos ter uma audiência pública no dia 19,
aqui proposta pelo deputado Robinson, para discutirmos a questão da concessão da Coelba. Essa audiência havia sido aprovada por ele anteriormente. Então vamos ter muitas dificuldades já que é necessário, até o dia 2 de dezembro ter uma efetiva às questões a Anel, a Agência Nacional de Energia Elétrica. Então, daqui até o dia 2 de dezembro, tem essas considerações feitas, ele marcou essa audiência pública para que nós possamos sintonizar, sintetizar o que se pensa em relação a questão da concessão da Coelba aqui na Bahia. Após essa audiência a fazer um documento, que vai ser enviado a Anel”, disse.
“O segundo ponto, nós vamos ter também uma apresentação prevista, também na semana seguinte, do presidente da Coelba, sobre alguns investimentos efetivados nesse último trimestre. Então, vamos ter a prestação de contas daqueles R$ 13 bilhões de investimentos que foram falados anteriormente pela comissão e que foi o compromisso da Coelba de prestar contas a cada 3 meses desse investimento”, pontuou.
“Também aprovamos no próprio dia 5, nós vamos ter uma visita dos deputados da comissão de infraestrutura ao canteiro de obra da Ponte Salvador-Itaparica. Nós vamos ter uma apresentação de como está o andamento. E dali também vamos visitar a balsa onde está sendo feita a sondagem de águas profundas”, acrescentou.
Tratamos também de temas importantíssimos, como foi o resumo da audiência pública sobre a ferrovia centro atlântica, um absurdo enorme, que a Bahia pode perder a única ferrovia, que hoje funciona na Bahia. Mais uma concessionária é o problema na Bahia. A VLI quer desenvolver esse trecho. Então, a devolução de uma ferrovia totalmente sucateada, com vagões no meio do mato, com trilhos roubados e ela vem agora depois de 15 anos dizer que quer devolver essa ferrovia. Nós não aceitamos, nós queremos o contrário, a modernização de pontos que estão estrangulando hoje, como a ponte lá em Cachoeira, rampas que precisam permitir uma maior velocidade da ferrovia”, finalizou.
