Em declaração a jornalistas em Salvador, petista classificou o segundo turno como divisor de águas para a garantia do livre exercício profissional e dos valores democráticos globais
Em diálogo direto com repórteres no pátio do Colégio Estadual Luiz Viana, em Brotas, Rui Costa sustentou que o segundo turno da sucessão presidencial brasileira reflete um debate internacional sobre a preservação das garantias fundamentais e o papel das instituições.
O ex-governador baiano salientou que o resultado do pleito incide sobre as condições de trabalho e a integridade física dos comunicadores:
“Estamos falando da possibilidade de vocês, jornalistas, continuarem exercendo livremente o trabalho de vocês, sem perseguição, sem ameaça, sem agressão. É disso que nós estamos falando. É um divisor de água não só para o Brasil, mas para o planeta, que discute hoje em todo canto do mundo a manutenção da democracia e dos valores democráticos no mundo inteiro”, enfatizou.
A declaração contextualiza a preocupação de setores da sociedade civil com a escalada de hostilidades no ambiente eleitoral, defendendo o respeito à atividade de cobertura jornalística e à transparência pública como alicerces de estabilidade para os próximos quatro anos.