Salvador, 09/10/2026 13:02

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Roma candidato a prefeito de Salvador ou ministro de Flávio? Candidato abre o jogo e faz balanço sobre chapa com ACM Neto

andre

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Em meio a especulações sobre seu futuro político — que variam entre a disputa pela Prefeitura de Salvador e um eventual ministério em Brasília —, o ex-ministro e presidente do PL na Bahia, João Roma, abriu o jogo sobre as articulações da oposição, fez um balanço sem rodeios da aliança com ACM Neto (União Brasil) e mandou um recado sobre as prioridades do grupo.

Em entrevista à rádio CBN Salvador, o dirigente partidário buscou desconversar sobre projetos pessoais imediatos, mas não escondeu a ambição por cargos de destaque no Executivo. “Eu não expressei movimento nesse sentido. Apenas reafirmei que, óbvio, seria uma grande honra que eu naturalmente adoraria poder ocupar a posição de prefeito ou de governador. Acho que todos nós que estamos na vida pública temos que almejar cargos importantes para colocar nossas ideias em prática e melhorar a vida das pessoas“, declarou.

Roma justificou a decisão de ter recuado de sua postulação ao Palácio de Ondina para integrar, como candidato ao Senado, a chapa encabeçada por ACM Neto. Segundo o ex-ministro, a composição exigiu pragmatismo para conter vaidades políticas em prol de um projeto maior. “A política é fruto de um projeto, não pode ser simplesmente uma aspiração pessoal. Reconheci que ACM Neto era quem reunia as melhores condições para a disputa, recuei, compus com ele e fui candidato a senador na sua chapa. Estou feliz de ter cumprido o meu dever“, defendeu, destacando a convivência harmônica com o deputado federal Angelo Coronel e seus aliados durante a campanha.

Apesar da derrota nas urnas, o ex-ministro subiu o tom contra adversários vitoriosos do PT no estado. “Saio com o dever cumprido, com uma eleição em que a gente agiu com muita dignidade e estabelecemos uma relação muito boa com os eleitores. Pudemos andar nas ruas, diferente de alguns até que foram eleitos, mas que passam vergonha e trazem vergonha para o povo baiano“, disparou.

Ao empurrar as discussões sobre as eleições municipais e composições futuras para o momento oportuno — “lá em 2028”, como pontuou —, Roma cobrou engajamento total da base oposicionista na reta final do pleito presidencial. “Neste momento, a gente tem que focar todos os esforços na eleição de Flávio Bolsonaro, porque está em jogo o futuro do Brasil. Até o próximo domingo, dia 25, temos que estar focados nisso, mostrar que Flávio é a melhor alternativa para o Brasil e o presidente que vai ajudar a Bahia“, concluiu.

andre
Jornalista com experiência nas editorias de esporte e política, com passagens pela Premier League Brasil, Varela Net e Prefeitura Municipal de Laje. Apaixonado por esportes e música.

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