Governador afirmou que fará transição interna rigorosa, exigirá agilidade na entrega de metas e cobrará auxiliares que antecipem soluções de governo.
Projetando o início do novo ciclo governamental em 1º de janeiro de 2027, Jerônimo Rodrigues afirmou que o segundo mandato não representará mera continuidade burocrática e confirmou que realizará alterações estratégicas na composição do primeiro escalão do Estado.
O governador pontuou que o processo de transição interna servirá para calibrar a equipe e adequar o ritmo da gestão às cobranças crescentes da sociedade baiana. “A responsabilidade de um segundo mandato é muito mais pesada. A população votou para ver resultados mais rápidos e entregas de maior envergadura. Por isso, é indispensável oxigenar o governo. Time que ganha se mexe, sim, mas para melhorar o desempenho”, declarou Jerônimo.
O petista estabeleceu com clareza a dinâmica de escolha dos futuros titulares das secretarias, empresas públicas e órgãos da administração indireta.
“Tenho uma relação de imenso respeito e gratidão com os partidos da nossa base, que foram fundamentais para essa vitória histórica. As legendas têm todo o direito de indicar nomes e apresentar quadros técnicos e políticos. No entanto, a decisão final é da governadoria. Quem escolhe, quem cobra e quem demite sou eu. Preciso de secretários que venham na minha frente, resolvendo demandas e antecipando crises, e não de auxiliares que deixem os problemas estourarem no colo do governador”, concluiu.