Em clima de festa, prefeita destaca o aquecimento da economia local, o esgotamento de estoques nos mercados e reafirma o evento como o principal polo de atração turística da Região Metropolitana.
A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Regis (União Brasil), não escondeu o entusiasmo com os resultados econômicos imediatos gerados pela segunda edição do “Pedrão de Lauro”. Entrevistada diretamente do circuito da festa, a gestora traçou um cenário de forte aquecimento no comércio local e comemorou a alta ocupação hoteleira no município.
“A gente vem com um Pedrão muito mais forte. A gente pôde aquecer ainda mais a economia da nossa cidade, onde os hotéis estão lotados, os ambulantes… até a ideia de vários mercados já não têm mais sacos, já não têm mais, não conseguiram suprir a quantidade de pessoas que foram em busca de comprar nesses mercados”, relatou a prefeita.
Questionada sobre o impacto financeiro do evento para os cofres públicos, Débora foi otimista e revelou a meta da administração municipal: fazer com que a movimentação turística banque a estrutura. “A previsão é que a gente consiga pagar os custos da festa, porque a ideia é justamente essa. E eu tenho certeza que isso vai acontecer. E aí pós-Pedrão eu vou sentar pra ver com vocês”, projetou.
A estratégia da prefeitura é consolidar o evento de Lauro de Freitas como a extensão oficial dos festejos juninos na Bahia, capturando o público que retorna do interior. “Eu sempre digo que a ideia é fazer de Lauro de Freitas o melhor Pedrão da Bahia. Onde a população vai poder ir pra casa dos seus parentes, se divertir, e vai deixar também bastante gás pra curtir aqui no Pedrão da sua cidade”, explicou Débora Regis. A gestora ressaltou que a festa atrai não apenas moradores de Salvador e região, mas também turistas de municípios distantes. “Isso é uma forma que a gente tem de atrair mais turistas e mostrar que a nossa cidade respira cultura, respira lazer e muita alegria”, concluiu.
