Presidente do Legislativo descartou transferência da administração para bairros distantes durante a reforma e defendeu o papel da Casa na revitalização econômica da região
O início das obras de requalificação do Paço Municipal não significará o esvaziamento político do Centro Histórico de Salvador. A garantia foi dada pelo presidente da Câmara, Carlos Muniz, nesta terça-feira (15), durante a assinatura da ordem de serviço para a restauração do prédio.
Com as sessões plenárias sendo realocadas imediatamente para o anexo do Centro de Cultura, Muniz afirmou que a estrutura administrativa da Câmara também continuará na mesma região. “Assim que a empresa pedir para que comece a reforma, nós iremos… já temos todas as providências tomadas para que as sessões sejam feitas no Centro de Cultura. E que a administração passe para algum lugar aqui próximo”, revelou o chefe do Legislativo.
O vereador justificou a decisão como um ato de responsabilidade com a economia e a segurança do bairro. “Para que nós não possamos sair do centro. Nós queremos é permanecer no centro da cidade, para que a revitalização desse local não deixe de acontecer. Nós esperamos trazer mais movimento na realidade aqui pro Centro. Por isso não podemos sair daqui de jeito nenhum”, cravou Muniz, rechaçando qualquer possibilidade de distanciamento do poder público municipal da Praça Thomé de Souza.