Major-Brigadeiro destacou que acesso direto à infraestrutura aeroportuária em Salvador facilita certificações e testes de aeronaves e drones.
A escolha de Salvador para abrigar o Parque Industrial Tecnológico Aeroespacial da Bahia (PITA-BA) passou por critérios rigorosos de infraestrutura logística. Durante sua apresentação no 1º INOVAERO, o Major-Brigadeiro do Ar Fábio Luís Morau fez questão de mostrar como a geografia local favorece o projeto.
Exibindo um mapa aéreo da região, o oficial apontou a proximidade vital entre os laboratórios e a área de operação de voo. “O SENAI CIMATEC é uma área bastante ampla […] com uma característica muito inusitada, porque nós estamos do lado de uma pista de pouso que tem uma conectividade direta com essa área, que pode ser explorada por centros de certificação, por laboratórios, construção de hangares”, detalhou Morau.
O ambiente já conta com iniciativas em andamento, como centros de competência em drones e nanossatélites. Para a Força Aérea Brasileira (FAB), essa combinação de infraestrutura de ponta e facilidade logística no Aeroporto de Salvador é um diferencial competitivo. “A posição estratégica da pista colabora de maneira fundamental para que nós possamos otimizar o desenvolvimento da inovação aqui no PITA-BA”, concluiu.
