Salvador, 21/09/2026 09:55

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Jaques Wagner destaca lisura na vida pública, ressalta que Bahia não investiu no Banco Master e cobra rigor da PF: “Tem que investigar e provar”

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Líder petista enfatizou zelo fiscal do governo estadual, ausência de qualquer vínculo comercial com instituições privadas e relembrou comprovação de inocência em episódios do passado.

Em tom firme e seguro sobre sua conduta ética, o senador Jaques Wagner (PT-BA) ressaltou, em entrevista concedida à Rádio Piatã FM nesta segunda-feira (21), que não mantém relações empresariais de qualquer espécie e que o Estado da Bahia foi preservado de aplicações financeiras de risco. O parlamentar abordou relatórios preliminares da Polícia Federal e cobrou que o trabalho técnico de apuração seja concluído com responsabilidade, evitando especulações precipitadas sobre contatos de sua rotina institucional.

Questionado sobre diálogos ocorridos em 2024 citados em investigações, Wagner explicou a naturalidade de contatos mantidos com pessoas conhecidas de longa data, refutando ilações sobre mensagens isoladas. “Eu não vou me lembrar do que era de 2024, sinceramente. Não sei o que que ele tem”, pontuou o senador, que defendeu critérios rigorosos para a atuação investigativa. “Eu acho que a Polícia Federal, em vez de jogar a poeira no ventilador, ela tinha que investigar e provar”, declarou.

Wagner frisou categoricamente que sua dedicação à Bahia é exclusivamente política e parlamentar, afastando qualquer hipótese de sociedade ou interesse mercantil. “Eu não tenho nenhum negócio, eu não tenho CNPJ, nunca fiz negócio com o Banco Master. Nunca falei com o Vorcaro. Com o Vorcaro, nem com o Banco Master”, assegurou, explicando que a proximidade com Augusto Lima era de cunho estritamente pessoal, originada após a aquisição da Cesta do Povo: “Eu fui no casamento do Augusto. Augusto acabou virando um amigo depois que comprou a Cesta do Povo. Então ele podia me procurar pra isso, pra aquilo. Mas eu não tenho nenhuma relação com o Banco Master”.

Como prova do zelo e da responsabilidade da administração estadual, Wagner fez questão de sublinhar a saúde das finanças públicas da Bahia, que não sofreu prejuízos: “Vê se a Bahia tem um centavo investido no Banco Master. Nem um centavo”, comparando com a situação de administrações que alocaram recursos na instituição. O senador lembrou ainda que suspeitas sem embasamento levantadas no passado acabaram cabalmente desfeitas: “Eu já tive esse problema em 18, tá lembrado? A Polícia Federal também disse que tinha superfaturamento da Fonte Nova. Eu fui eleito e foi provada a minha inocência”, concluiu, demonstrando confiança no discernimento da população.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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