Salvador, 24/09/2026 14:58

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“Impunidade é irmã gêmea da criminalidade”, defende Rui Costa ao cobrar novo Código Penal e fim de regalias para facções

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O enfrentamento estrutural à violência urbana exige a substituição urgente do Código Penal brasileiro — instituído na década de 1940 — e o endurecimento das regras de custódia de lideranças do crime organizado. A tese foi sustentada pelo candidato ao Senado Rui Costa (PT), que afirmou que a sensação de impunidade desestimula a atuação das forças policiais e alimenta a reincidência delitiva no país.

“Segurança pública é muito mais do que polícia e presídio: envolve um sistema judicial eficiente. A população costuma dizer com razão que ‘a polícia prende e a Justiça solta’. Isso acontece porque a nossa legislação criminal é de 1940, época em que não existiam as facções transnacionais de hoje. Não é admissível que acusados de homicídios bárbaros sejam postos em liberdade por excesso de prazo apenas porque a Justiça demorou anos para julgar. Quem tinha a responsabilidade de julgar era o Judiciário; se não julgou, solta o criminoso? Em todo lugar do mundo onde a lei é frouxa, o crime explode; onde a lei é rígida e cumprida, a violência cai”, argumentou Rui.

O ex-governador defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública e propôs regras estritas para a transferência de detentos de alta periculosidade. “A lei atual prevê que o preso cumpra pena perto da família. O que o chefe da facção faz? Manda a família se mudar para perto do presídio de onde ele comanda o tráfico e o juiz autoriza a transferência. Quem escolhe onde vai ficar preso hoje é o bandido! Isso tem que acabar. Quem deve decidir o presídio é a administração penitenciária, com base no risco que o indivíduo oferece à sociedade, garantindo segurança máxima e corte rigoroso de comunicações”, cravou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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