O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Carlos Muniz (PSDB), afirmou na tarde desta segunda-feira (27) que a acusação feita por uma mulher identificada como Ingrid da Mata contra o vereador Sílvio Humberto (PSB) não apresenta elementos concretos que a sustentem. Segundo ele, os vídeos divulgados pela denunciante configurariam um “ato ilícito”, já que não há comprovação das alegações.
Muniz informou que, caso uma denúncia formal seja apresentada à Casa, o caso será encaminhado ao Conselho de Ética, responsável por analisar a situação e definir eventuais medidas. “Pode ter certeza, o que vier a ser denunciado, irá para o Conselho de Ética e o Conselho de Ética irá tomar as providências necessárias”, declarou.
Durante a fala, o presidente ressaltou que acusações dessa natureza precisam ser acompanhadas de provas consistentes para terem validade. Ele destacou que, nos próprios vídeos divulgados, a denunciante afirma não possuir evidências, o que, segundo ele, compromete a credibilidade das acusações.
Muniz também afirmou que nunca havia se deparado com uma situação semelhante, envolvendo denúncias graves sem fundamentação. Para ele, a ausência de provas impede que o caso gere suspeitas mais concretas. “Ela diz que não há provas, imagine, se todas as pessoas que forem acusar, sem provas, é algo que eu vi pela primeira vez”, disse presidente da Casa.
