Salvador, 27/10/2026 19:35

Jornalismo ético compromissado com a verdade

Salvador

​”Cadê o devido processo legal?”, questiona Diego Castro sobre retenção de passaporte de Flávio Bolsonaro em 7 minutos

Compartilhe:

google-news-follow

​Deputado do PL nega influência de Trump em viagem e classifica despacho contra o senador como perseguição política monocrática.

​Em manifestação na ALBA nesta terça-feira (27), o deputado estadual Diego Castro (PL) refutou a hipótese de que declarações do ex-presidente americano Donald Trump tenham servido de senha para a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil. O parlamentar baiano sustentou que a decisão do senador foi provocada exclusivamente pela rapidez atípica com que medidas cautelares foram requisitadas contra ele no encerramento da contagem eleitoral.

​Castro desvinculou a decisão de fatores externos. “Não vejo a fala de Trump como uma senha. O que motivou Flávio a tomar essa medida foi o pedido de retenção de passaporte apenas sete minutos após a proclamação do resultado da eleição. Isso foi automático e premeditado”, afirmou.

​O deputado apontou violações a preceitos constitucionais fundamentais. “Com base em quê? Cadê o devido processo legal? Cadê a razoabilidade? Não existe a duração razoável nem para uma medida liminar monocrática. Está evidente a perseguição política. Só não enxerga quem está ideologicamente cego e coloca o interesse partidário acima de todo o Estado Democrático de Direito”, concluiu.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

Gostou? Compartilhe!

google-news-follow

LEIA TAMBÉM