Salvador, 21/09/2026 12:03

Jornalismo ético compromissado com a verdade

Salvador

Bruno Reis rebate oposição sobre compra de ônibus e compara financiamento a empréstimo pessoal: “Quem paga é a prefeitura com dinheiro do cidadão”

Compartilhe:

google-news-follow

Em coletiva de imprensa, prefeito de Salvador rechaçou narrativas de adversários sobre subsídios a fundo perdido na renovação da frota e frisou que operações de crédito são amortizadas pelos cofres municipais.

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rebateu enfaticamente as declarações de lideranças da oposição que o acusaram de omitir a participação do Governo Federal na aquisição dos novos ônibus entregues para o sistema de transporte coletivo da capital baiana. Durante atendimento a jornalistas nesta segunda-feira (21), no Centro de Convenções de Salvador, o chefe do Executivo municipal usou uma analogia do cotidiano para diferenciar financiamento bancário de repasse a fundo perdido, destacando a responsabilidade fiscal do município no pagamento das parcelas.

“Gente, ó meu irmão: quando você pega um dinheiro emprestado pra comprar geladeira, pra comprar um carro, uma casa, quem paga é o governo ou é você? É o banco ou é você? Não é você que paga?”, questionou Bruno Reis aos repórteres. O prefeito sublinhou que linhas de crédito contratadas junto a instituições financeiras — mesmo aquelas intermediadas ou autorizadas pela União, como operações via BNDES, Caixa ou programas federais — geram endividamento que recai exclusivamente sobre a administração municipal.

“Então, quem tá pagando é a prefeitura, com o dinheiro do cidadão soteropolitano! E isso foi dito lá com muita clareza”, disparou o gestor da capital.

A controvérsia ganhou força após governistas afirmarem que a renovação da frota com veículos climatizados e de padrão tecnológico menos poluente derivava de investimentos viabilizados pelo Novo PAC e por subsídios federais de mobilidade urbana. Bruno Reis, no entanto, reiterou que a capital baiana tem capacidade de endividamento própria e equilíbrio nas contas públicas justamente para honrar os financiamentos com recursos arrecadados dos impostos locais, sem receber as frotas como doação federal.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

Gostou? Compartilhe!

google-news-follow

LEIA TAMBÉM