Salvador, 25/10/2026 16:09

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Rui Costa diz que PT pedirá prisão de Bruno Reis; prefeito reage e culpa sindicato ligado de esquerda

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A operação do transporte público coletivo em Salvador durante o segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25) provocou um embate direto entre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a gestão do prefeito Bruno Reis (União Brasil).

Em declarações à coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, o senador eleito e coordenador da campanha petista, Rui Costa (PT-BA), afirmou que a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) pretende solicitar a prisão do prefeito da capital e do secretário municipal de Mobilidade, sob a alegação de que a administração municipal estaria restringindo a circulação da frota para dificultar o acesso de eleitores às urnas.

“Ele está cometendo um crime eleitoral, dificultando que o eleitor exerça sua vontade soberana”, declarou Rui Costa à coluna, acrescentando em seguida: “Precisa ser preso”.

A representação apresentada pela federação governista foi apreciada pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), que emitiu determinação liminar ordenando o restabelecimento imediato da frota de ônibus em patamar equivalente ao de dias úteis, assegurando a continuidade da gratuidade tarifária em todos os itinerários da capital.

Em resposta contundente às declarações do adversário, Bruno Reis rechaçou veementemente a acusação de interferência eleitoral, classificou a denúncia de Rui Costa como inverídica e sustentou que a capital baiana historicamente assegura o livre deslocamento da população nos dias de pleito.

“A gente sempre colocou transporte gratuito aqui, independente de lei. Agora foi que virou lei, recomendação e decisão do STF. Objetivamente nunca tivemos problemas e Lula sempre venceu as eleições em Salvador”, afirmou o chefe do Executivo soteropolitano.

Ao detalhar as condições operacionais do sistema na manhã deste domingo, o prefeito esclareceu que 75 veículos tiveram a saída temporariamente adiada nas garagens de uma das concessionárias, mas atribuiu o ocorrido a uma manobra de grupos vinculados à oposição municipal para afixar material partidário nas frotas públicas.

“Foram para a porta da empresa de ônibus e colocaram adesivos do PT nas janelas. É uma concessionária de transporte público que não pode cometer esse crime eleitoral de propaganda. Por isso os ônibus foram retidos até a retirada dos adesivos. Mas já estão circulando nas ruas”, explicou Bruno Reis.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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