Salvador, 19/08/2026 14:59

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“Consumidor não pode pagar pelo trambique dos outros”, afirma Rui Costa sobre rombo bancário

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Ex-governador defendeu análise técnica cautelosa sobre aumento de cobertura do FGC para evitar repasse de custos a empréstimos populares.

Durante a sabatina na TV Aratu, o candidato a senador Rui Costa (PT) foi indagado sobre a possibilidade de apoiar no Congresso Nacional propostas legislativas para elevar o teto de ressarcimento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mecanismo acionado em liquidações financeiras como a do Banco Master.

Rui ponderou que alterações na estrutura de garantias bancárias podem impactar diretamente o orçamento da população. “A gente tem que avaliar tecnicamente, porque quando você diz que é um fundo que vai cobrir rombo de bancos, quem paga isso é a população. Todo dinheiro parado tem um custo, e esse custo é transferido para o empréstimo que você toma ao financiar um carro ou uma moto”, argumentou.

O candidato ressaltou que não apoiará medidas que onerem o consumidor comum para sanar prejuízos de instituições privadas. “É prematuro dar essa resposta sem avaliação técnica. Eu não adotaria nenhuma medida que transferisse o custo para você, consumidor, que precisa de um dinheirinho para comprar uma moto ou fazer a reforma da casa. Esse trabalhador não pode pagar pelo trambique dos outros”, finalizou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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