O presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado, João Roma, afirmou que a construção de consensos e o respeito entre adversários são elementos indispensáveis para o funcionamento da democracia. A declaração foi dada após ele comentar uma conversa mantida com o senador Jaques Wagner (PT) durante um evento promovido pela Associação Comercial da Bahia, em Salvador.
Questionado sobre o encontro ocorrido na noite anterior, Roma minimizou eventuais especulações políticas e ressaltou que o diálogo entre lideranças de campos opostos deve ser encarado como algo natural na atividade pública.
“A política é a terra do diálogo. Durante toda a minha trajetória na vida pública, eu sempre busquei esse diálogo”, declarou.
Segundo o dirigente do PL, as divergências ideológicas não impedem a busca por entendimentos em pautas de interesse coletivo. Para ele, a missão dos agentes políticos é justamente encontrar espaços de convergência capazes de produzir soluções para a população.
“A gente tem que encontrar, entre as divergências, aquelas confluências, aquilo que nós podemos construir para encontrar soluções para os problemas da sociedade”, afirmou.
Roma explicou que a conversa com Wagner ocorreu em tom cordial e institucional, sem discussões aprofundadas sobre alianças partidárias ou movimentos eleitorais para 2026. De acordo com ele, o encontro serviu para reforçar a importância da preservação do respeito mútuo durante a disputa política.
“Conversamos de forma civilizada, falando inclusive sobre o trato durante essa campanha”, disse.
O ex-ministro acrescentou que o ambiente eleitoral deve ser marcado pelo confronto de ideias e propostas, sem que isso resulte em ataques pessoais entre os candidatos.
“Buscamos seguir linhas que não promovam agressões pessoais, mas que permitam a cada candidato apresentar suas propostas e intenções para representar o povo baiano”, concluiu.
