Senador baiano relembrou origem do projeto “Vetor Oeste” na Infraestrutura e justificou atrasos pelo impacto da pandemia de Covid-19.
O senador Otto Alencar (PSD-BA) rebatou as insinuações de oposicionistas sobre a legalidade das campanhas informativas a respeito da Ponte Salvador-Itaparica. Durante a solenidade de 62 anos da União dos Municípios da Bahia (UPB), nesta quinta-feira (13), em Salvador, o parlamentar atestou a transparência e a fundamentação técnica das ações do consórcio responsável.
Otto desqualificou representações jurídicas no Ministério Público Eleitoral (MPE) e ressaltou que a execução do projeto conta com rigoroso controle institucional. “É importante que se possa verificar a obra, como eu tive lá em duas oportunidades, vendo a obra sendo executada do ponto de vista físico. Essa é uma posição que eu respeito, mas não vai ter resultado, porque tá tudo feito dentro de um projeto que foi discutido e rediscutido, com participação inclusive de auditoria nos atos todos dos contratos”, afirmou.
O ex-secretário estadual de Infraestrutura resgatou o histórico da proposta e explicou os entraves decorrentes do período de emergência sanitária global. “Esse projeto começou ainda quando eu era secretário no Governo Wagner, desde a parte de sondagem e prospecção. Tivemos uma dificuldade muito grande porque com a pandemia se parou o projeto. Passamos 2021 e 2022 sem possibilidade de reiniciar, e todos os insumos subiram de preço, exigindo novos reajustes e estudos. Mas tenho certeza de que está feito dentro de um padrão de muita correção e honestidade”, explicou.
O senador destacou ainda o impacto estratégico do equipamento para a mobilidade do estado. “A única saída que nós temos até hoje é a BR-324, que tá muito superlotada. Esse projeto é o que chamamos lá atrás de Vetor Oeste, pois garante a saída de Salvador para o interior, com a duplicação da estrada até a Ponte Paraguaçu, em Rafael Jambeir