Petista alertou que a oposição local aposta na asfixia financeira do Estado pelo governo federal, reeditando a perseguição política ocorrida entre 2019 e 2022.
Na segunda parte de sua entrevista na ALBA, Robinson Almeida traçou um alerta econômico e institucional sobre as consequências do segundo turno presidencial para os grandes projetos de infraestrutura da Bahia. Para o deputado, a continuidade de Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto é indispensável para a manutenção dos investimentos em mobilidade e atração de indústrias no estado.
“Jerônimo fará um segundo governo ainda mais produtivo se preservarmos a conexão entre a Bahia e o Brasil. Foi esse alinhamento que viabilizou a fábrica da BYD em Camaçari. Alguém imagina Bolsonaro pegando na mão de um governador baiano para negociar investimentos industriais em Pequim? A construção da Ponte Salvador-Itaparica, o VLT do Subúrbio e as obras de infraestrutura dependem dessa sintonia federativa”, argumentou.
Robinson acusou a oposição baiana de torcer contra o desenvolvimento regional por cálculo político. “A decisão de ACM Neto de marchar com o bolsonarismo é uma escolha deliberada para prejudicar a Bahia. O objetivo deles é restabelecer a política de bloqueios que o estado sofreu no passado contra Rui Costa, estrangulando os repasses federais para criar dificuldades ao segundo mandato de Jerônimo. No entanto, a consciência do povo baiano falará mais alto e eles sairão derrotados novamente”, finalizou o parlamentar.