Titular da SERIN rechaça acusações da oposição, defende que 80% dos casos são atendidos em até 24h e critica “Pix da Saúde” de ACM Neto
O secretário de Relações Institucionais do Estado da Bahia (SERIN), Adolpho Loyola (PT), rebateu de forma contundente as críticas de adversários políticos sobre o funcionamento da fila da regulação estadual. A declaração ocorreu nesta terça-feira, 11 de agosto, durante o programa PNotícias, da rádio Piatã FM, em Salvador.
Loyola sustentou que o sistema de regulação segue critérios estritamente médicos e desmentiu as alegações de apadrinhamento político na triagem estadual. Ao responder aos questionamentos levantados por ACM Neto (União Brasil), o secretário apontou a prática de apadrinhamento na gestão da capital baiana.
“Quem tem QI é aqui em Salvador. Aqui tem, que é a fichinha na mão do vereador. Não é uma coisa democrática (…). Nós não temos fichinha de trocar fichinha e nem de entregar essa demanda da saúde pública, que é uma demanda universal, pra mão de lideranças políticas e trocar isso por voto”, declarou Loyola.
O chefe da pasta institucional também sustentou que até 80% das demandas que chegam às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) recebem classificação verde e são resolvidas em menos de 24 horas, mas acabam sobrecarregando os leitos hospitalares em razão do déficit de postos básicos em capitais e grandes cidades. Loyola ainda mirou a proposta oposicionista de compra de vagas privadas: “Como a proposta que ele tá chamando de Pix da Saúde: vai deixar de investir na saúde pública pra investir na iniciativa privada? Pra comprar vaga? Pelo amor de Deus, gente!”, completou.