Líder do governo Bruno Reis na CMS detalhou a estratégia da oposição baiana para herdar o eleitorado do primeiro turno e converter quem votou em ACM Neto e Lula na Bahia
A transferência de votos obtidos por candidaturas de oposição no primeiro turno é a prioridade central da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na reta decisiva do pleito presidencial. Presente ao ato político que reuniu lideranças conservadoras na tarde deste sábado (17), na orla da Barra, em Salvador, o líder da bancada governista na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Kiki Bispo (União Brasil), explicou a estratégia articulada para unificar o eleitorado regional e atrair quem apoiou legendas de centro-direita.
Segundo o vereador, o plano de campo foca na captação imediata de eleitores de postulantes que ficaram fora do segundo turno.
“Olha, a primeira grande missão nossa é poder trazer o máximo possível dos votos daqueles candidatos que não ganharam no primeiro turno. Que foi Zema, Caiado, né, todos aqueles que perderam, pra gente buscar o máximo possível de voto. Essa é a nossa primeira missão. E depois, fazer uma campanha consistente”, pontuou o parlamentar.
Kiki Bispo destacou ainda a fatia expressiva do eleitorado conquistada pelo ex-prefeito soteropolitano ACM Neto (União Brasil) nas urnas baianas, ressaltando o trabalho de convencimento sobre os votantes que adotaram voto cruzado com o PT.
“ACM Neto teve… teve 45% dos votos aqui na Bahia e, claro, fazer esse povo que votou nele entender, aqueles sobretudo que votaram com Lula, a importância de fazer… trazer o máximo de votos possível para o nosso lado”, defendeu.