Dirigente da Faeb destaca a riqueza dos biomas do estado, do algodão ao etanol no Oeste, e pede apoio tanto ao pequeno produtor quanto à grande indústria.
Apesar dos gargalos estruturais e de segurança, o setor agropecuário baiano reúne condições únicas para alavancar a economia do estado através da agregação de valor aos produtos do campo. A avaliação foi apresentada pelo presidente da Faeb, Humberto Miranda, durante o fórum promovido pelas federações patronais baianas em Salvador.
Ao traçar um panorama das cadeias produtivas locais, Miranda exaltou a diversidade geográfica e a capacidade técnica dos produtores baianos. “A Bahia é um estado espetacular! Três biomas, todos eles extremamente produtivos. Nós vamos no nosso Oeste, que produz de grãos a um dos melhores fios de algodão do mundo, onde estamos agora produzindo etanol na agroindustrialização”, pontuou.
O dirigente sublinhou que a política de desenvolvimento rural deve integrar as pontas da produção, garantindo suporte tecnológico e mercadológico desde o pequeno agricultor familiar até os grandes complexos industriais. “A importância da gente investir no fortalecimento da agroindustrialização do estado vai desde o pequeno produtor que está lá produzindo geleia no interior às grandes indústrias que produzem etanol no Oeste, gerando riqueza e divisas para a Bahia e para o Brasil”, sustentou.
Miranda concluiu afirmando que o alinhamento estratégico entre o governo e o setor produtivo é a chave para transformar o potencial dos biomas baianos em desenvolvimento social sustentável.