Representante da Secretaria da Educação da Bahia apontou salto cultural nos últimos anos e reforçou papel dos eventos na formação leitora.
Durante o lançamento oficial da 14ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), realizado nesta quarta-feira (2) na Fundação Pedro Calmon, em Salvador, o representante da Secretaria da Educação do Estado (SEC-BA), Manoel Calazans, detalhou a política de interiorização dos eventos literários e o apoio financeiro do governo estadual ao setor.
Calazans destacou que o poder público atua como indutor central dessas iniciativas, viabilizando o contato de estudantes do interior com escritores e editoras de renome.
“O Governo da Bahia, através da Secretaria da Educação, é o grande financiador das feiras literárias. Através da Fundação Pedro Calmon, o Governo do Estado e a Secretaria da Educação faz o aporte financeiro para que as feiras aconteçam. E a gente acredita que uma feira literária pode mudar, sim, a vida dos nossos estudantes. É a capacidade que a gente tem de democratizar o acesso”, pontuou.
O gestor relembrou o crescimento exponencial do circuito literário baiano. “Há alguns anos atrás a gente contava o número de feiras literárias que existiam na Bahia: a gente tinha a Feira de Cachoeira, que é uma grande referência pra gente, a Flipelô, a de Mucugê. E hoje nós já passamos de 100 feiras literárias nos municípios. Então, municípios pequenininhos que recebem o autor, que recebem esse campo editorial e permite que os nossos estudantes dialoguem com aqueles autores que ele só encontrava no livro”, afirmou.