Apontado nos bastidores como alternativa técnica e política para a capital baiana, quadro da Casa Civil condiciona definição à decisão colegiada da base aliada.
Lembrado por setores governistas e lideranças comunitárias como um quadro em ascensão na capital baiana, Eracy Lafuente foi interpelado pela imprensa sobre a hipótese de disputar a Prefeitura de Salvador em 2028, durante a mobilização do grupo petista nesta sexta-feira (9) no Imbuí.
Sem descartar o projeto eleitoral, o engenheiro preferiu transferir a definição aos líderes maiores do bloco político e ressaltou a importância de ouvir as bases sociais da periferia antes de qualquer lançamento individual.
“O nome será escolhido pelo presidente Lula, pelo governador Jerônimo, pelos partidos da base e pelo povo do Subúrbio”, resumiu Lafuente ao ser questionado se sua pré-candidatura ao Palácio Thomé de Souza estaria no radar.
A menção expressa aos moradores do Subúrbio evidencia a estratégia do grupo de Jerônimo Rodrigues de transformar as intervenções de mobilidade e a presença territorial na região ferroviária em esteio político para contrapor o domínio do grupo de ACM Neto e Bruno Reis na capital.