Durante plenária em Salvador, vereadora petista rebateu projeções de vitória antecipada de adversários e questionou o capital eleitoral do grupo oposicionista na capital.
Ao participar na noite desta quarta-feira (9) da Plenária das Mulheres, evento de mobilização da campanha governista no espaço Wet Eventos, na Avenida Paralela, em Salvador, a vereadora Marta Rodrigues (PT) criticou a postura de lideranças da oposição que divulgam previsões de votações elásticas no estado. A parlamentar classificou como arrogante a tentativa de antecipar o resultado das urnas e sustentou que o eleitorado baiano não tem dono nem aceita imposições de palanque.
Marta pontuou que o grupo governista concentra seus esforços no diálogo direto nas periferias em vez de se fiar em projeções numéricas. “Nós estamos trabalhando pra gente diminuir. Nós estamos fazendo caminhada, visitas, reuniões… e eu não trabalho com futurologia de dizer que a gente vai ter isso. Quem vem com essa fala é uma fala arrogante, porque ninguém domina o voto da população. O voto é do eleitor e da eleitora”, declarou a vereadora soteropolitana.
De acordo com a legisladora, o critério que definirá o voto popular no dia da eleição é o impacto real das políticas públicas na vida das famílias. Ao analisar o cenário político da capital baiana, Marta destacou a perda de densidade eleitoral do grupo liderado por ACM Neto e Bruno Reis em comparação a disputas anteriores. “Então tem condições de ir lá no dia e de depositar o seu voto pensando nesse contexto todo: das políticas públicas, do que é que nós temos. Eu não gosto de fazer previsão de dizer que tantos mil votos. E a gente viu: ele saiu da eleição com 78% de votos, agora as pesquisas hoje ele já tem diminuído e diminuído muito. Então que capital ele tem? Que cacife ele tem pra dizer que vai pedir voto e andar na cidade?”, questionou.