Governador rebate comparações com gestões anteriores do PT, defende pluralidade de lideranças e destaca eleição de mandatos femininos expressivos na Assembleia e no Congresso.
Questionado sobre a ascensão de coordenadores de campanha a pastas estratégicas do novo secretariado, Jerônimo aproveitou para confrontar o modelo histórico do carlismo na Bahia, ressaltando a independência política construída dentro da coalizão petista.
O gestor reforçou que, diferentemente da antiga hegemonia conservadora, as sucessões de Jaques Wagner, Rui Costa e seu próprio mandato refletem projetos com identidade e voz própria. “No carlismo, colocava-se uma figura sentada na cadeira, mas era o líder quem mandava por trás. Aqui você viu a gestão de Wagner, viu a de Rui e vê a de Jerônimo, governando com seu próprio estilo e ouvindo aliados de primeira hora, como Otto Alencar e Geddel Vieira Lima”, pontuou.
Jerônimo celebrou ainda a renovação das bancadas parlamentares com representações femininas e da esquerda. “Essa autonomia motiva novos quadros a surgirem na política. Tivemos as eleições de Olívia Santana, Maria Marighella, Vilma Reis e Rowenna Britto. Isso oxigena o Parlamento e a vida pública da Bahia”, ressaltou.