Líder do União Brasil enfatizou maturidade política para 2026 e ressaltou o papel do prefeito Bruno Reis e de Zé Ronaldo na articulação no interior da Bahia.
Questionado sobre a estrutura de comando da sua caminhada rumo ao governo do Estado durante a convenção do União Brasil nesta quarta-feira (22), no Centro de Convenções de Salvador, ACM Neto descartou a nomeação de um coordenador-geral único para a campanha e defendeu um modelo compartilhado de liderança.
Ao responder sobre o papel do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), Neto destacou a relação de longa data e o trânsito do aliado. “Bruno é um dos maiores líderes do nosso grupo. Bruno está na política desde que eu comecei e vice-versa, começamos juntos. Então, Bruno é uma figura que, até por ter sido deputado estadual e por jamais ter perdido o contato com o interior, é uma figura que goza do respeito e do acesso direto com diversas lideranças do interior. Mas não há uma pessoa que seja o coordenador-geral da nossa campanha. Não existe essa figura”, explicou.
O ex-prefeito citou outros nomes fortes da oposição presentes no evento, como o ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, indicando que a articulação política envolve múltiplos atores. “Nós temos diversos colaboradores. Tá aqui Bruno, tá aqui o ex-prefeito Zé Ronaldo, que tem sido um grande articulador de várias alianças que a gente tem feito no interior. Não há essa figura do coordenador, mas o prefeito Bruno, assim como cada um dos que ocupam um papel de liderança no nosso grupo, terão certamente uma contribuição muito relevante”, detalhou.
Ao avaliar seu próprio momento político frente ao desafio das urnas, Neto apontou para um amadurecimento em relação a 2022. “Hoje eu me sinto muito mais preparado, muito mais experimentado, muito mais vivido, muito mais pronto para a tarefa de ser o governador do nosso estado. Enfrentamos momentos difíceis nesses quatro anos, momentos de superação”, concluiu, ladeado por aliados como João Roma (PL), Angelo Coronel (PSD) e Zé Cocá (PP).