Durante entrega de viaturas no Quartel dos Aflitos, governador destacou entregas institucionais da manhã, anunciou grupo de trabalho de transição de conteúdo e afirmou que composição política só será tratada após o período eleitoral
O governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT) evitou antecipar nomes ou alterações em sua equipe de governo para o segundo mandato. Ao ser questionado pela imprensa nesta quarta-feira (21), no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, nos Aflitos, em Salvador, sobre possíveis mudanças no primeiro escalão estadual, o gestor desconversou, reforçou que o foco exclusivo até domingo é o pleito eleitoral e fixou o prazo para debater a reforma administrativa somente no final do ano.
Antes de falar sobre a equipe de governo, Jerônimo fez questão de listar a maratona institucional do dia, iniciada logo às 7h30 no Farol da Barra com a entrega de ônibus escolares:
“Eu só falo de eleição. Hoje pela manhã, bem cedinho, eu estava no Farol da Barra, entregamos 101 ônibus escolares, parceria com o governo Lula, governo do Estado e municípios. Ali foram quase R$ 50 milhões. Então a agenda institucional agora aqui, ó: quase 50 viaturas para cuidar da segurança pública do nosso estado. Vou participar agora de uma parada com o comando da polícia, da segurança pública, e eu só vou falar de qualquer tipo de mudança… hoje aqui depois do almoço”, declarou.
O chefe do Executivo baiano explicou que conduzirá uma reunião restrita com a cúpula da segurança e do governo para abrir uma “transição de conteúdo” e planejamento de dois meses para o próximo quadriênio:
“Vou fazer uma reunião petit comitê, quero fazer uma encomenda porque nós teremos transição de governo, transição de conteúdo. Eu quero fazer uma encomenda aqui junto com o Marcelo [Werner], com o coronel Piton, coronel Magalhães, com o Geraldo Júnior, para que eles possam trabalhar nesse período agora de dois meses para a gente poder fazer um plano de ação a partir do meu programa de governo e do que a segurança já faz. Então não adianta a gente poder tensionar agora não, porque só vai acontecer isso lá pras tantas, depois de novembro, tá?”, concluiu o governador.