Líder oposicionista negou manobra política e assegurou que oposição mantém cobrança sobre paralisação de frotas no domingo de segundo turno em Salvador.
Ao detalhar a tramitação do requerimento que pede a instalação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar a falta de transporte público no domingo de eleições em Salvador, o líder da oposição, Randerson Leal (Podemos), esclareceu as exigências regimentais apresentadas pelo presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB). Em conversa com jornalistas nesta terça-feira (3), o vereador rechaçou a tese de que o grupo esteja criando artifícios para desgastar a administração de Bruno Reis.
Randerson relatou que a bancada de oposição esteve reunida com Muniz para solicitar formalmente a abertura das investigações sobre a circulação reduzida dos ônibus no dia 25 de outubro. “Nós tivemos a reunião com o presidente da Casa com os vereadores de oposição, fizemos o pedido para o presidente Carlos Muniz para que seja protocolado. O presidente falou que realmente só poderia abrir alguma investigação e protocolar de forma oficial se tivéssemos as 14 assinaturas. Isso foi dito, foi bem claro pelo presidente”, explicou.
O parlamentar negou que a mobilização busque construir palanque eleitoral tardio. “Querer construir narrativa para desviar o foco do que aconteceu no dia 25 de outubro eu fico sem entender. Lula venceu com mais de 4 milhões de votos na frente. Queremos dar um basta na briga e defender o interesse do povo de Salvador”, concluiu o vereador.