Prefeito listou creches, escolas integrais, iluminação em LED e convênio funerário na comunidade onde cresceu e contrapôs com a cidade natal do governador.
O bordão “sou pivete do Calabar”, celebrizado em discursos políticos do prefeito Bruno Reis, voltou ao centro do debate na Rádio Piatã FM. Bruno resgatou o contexto em que pronunciou a frase — durante manifestações sindicais em 2022 — e sustentou que o compromisso de um gestor público é medido pelo tratamento dispensado às suas raízes comunitárias.
“Eu tenho muito orgulho da minha história. Eu perdi minha mãe com 9 anos de idade e meu pai com 15 anos. Vivia no Calabar, empinava arraia no Alto das Pombas e descia de carrinho de rolimã. Poderia ter me frustrado ou tomado o caminho do crime, mas aquilo me fortaleceu para enfrentar todas as pressões da vida pública. E vejam a diferença: mandem olhar a situação de Aiquara, cidade onde Jerônimo nasceu e que está abandonada pelo governo dele. Agora olhem para o Calabar de onde eu vim”, declarou o prefeito.
O gestor enumerou as intervenções executadas no bairro ao longo de sua administração. “Na entrada do Calabar recuperamos toda a Centenário, colocamos academia ao ar livre, construímos creche de alto padrão, duas grandes escolas climatizadas no Alto das Pombas e requalificamos a Caetano Moura. O bairro foi o primeiro a receber 100% de iluminação em LED, o Morar Melhor e o Casa Legal. Firmei até convênio com o Campo Santo para garantir 50 vagas de sepultamento digno para as famílias mais vulneráveis do Calabar. É assim que se cuida de quem precisa, sem renegar de onde veio”, concluiu Bruno.