Secretário elencou os entraves reais para o fim da fila da regulação e classificou o plano de governo da oposição na área da saúde como manobra marqueteira.
O secretário estadual Adolpho Loyola afirmou que é impossível zerar a fila da regulação na saúde estadual enquanto as maiores cidades da Bahia continuarem omitindo socorro na baixa e média complexidade. Em entrevista na BNewsTV, ele mirou o descaso das prefeituras de Salvador e Feira de Santana, comandadas pela oposição, com a rede de saúde municipal.
“É impossível você zerar. Salvador tem um ou dois hospitais municipais que não colocam 300 leitos. Feira de Santana não tem hospital municipal, não faz cirurgia eletiva. […] O cara vai pra porta da UPA e fica sobrecarregado”, argumentou, contrastando a situação com a entrega de 15 grandes novos hospitais regionais construídos pelo Governo do Estado.
Loyola também rejeitou o programa “PIC Saúde”, promessa de campanha de ACM Neto, classificando-o como falácia de marqueteiro. “Ele prometeu 12 centros de saúde em Salvador e construiu um. Por que não pega 1 bilhão que recebe por ano do governo federal e coloca num hospital municipal sustentável? […] PIC Saúde deve ser mais um projeto de clínicas de amigos”, finalizou o secretário.