O candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou que pretende fazer do enfrentamento ao crime organizado uma das prioridades de sua atuação no Congresso Nacional. Em entrevista nesta segunda-feira (17), o ex-ministro da Cidadania defendeu “leis mais duras” e afirmou que a população baiana não pode continuar refém da violência.
“Eu quero também estar no Senado para buscar leis mais duras, pois não é possível que hoje o cidadão fique refém dentro de casa, sem poder sair, enquanto o crime organizado fica cada vez mais abusando da paciência do nosso povo”, afirmou Roma.
Para o candidato, o Senado tem papel central na discussão e aprovação de mudanças na legislação penal e de medidas nacionais de enfrentamento às organizações criminosas. Roma afirmou que a segurança pública estará entre as pautas que pretende defender caso seja eleito.
“É fundamental que a gente tenha uma boa representação no Senado da República, para falar alto em nome da lei”, disse.
Durante a entrevista, Roma também associou o avanço da criminalidade aos prejuízos causados à economia baiana. Segundo ele, a insegurança afeta não apenas a rotina da população, mas também setores importantes para a geração de emprego e renda, como o turismo.
“A Bahia é um estado que sempre foi referência de alegria, de boa convivência, de receber bem as pessoas. Mas, infelizmente, o crime organizado tem tomado conta, e isso tem expulsado até os nossos turistas, que poderiam estar reforçando a nossa economia e melhorando a vida do cidadão baiano”, declarou.
Ao apresentar as prioridades que pretende levar ao Senado, Roma também citou investimentos em infraestrutura, melhoria da educação e da saúde e o enfrentamento à fila da regulação.
No encerramento da entrevista, o candidato voltou a colocar a segurança entre os principais compromissos de sua campanha.
“Quero a oportunidade de ser senador da República para lutar pela Bahia, trazer mais investimentos, atuar para melhorar a vida da população, melhorar a educação, dar dignidade à saúde e colocar um freio nesse crime organizado que tira o sono do cidadão baiano”, afirmou.