Em sabatina na Rádio Piatã FM, senador ressaltou apreensões recordes de armas, prisões por reconhecimento facial e defendeu aprovação de emenda constitucional para integrar forças estaduais e federais.
Ao avaliar os desafios da segurança pública na Bahia e no país durante entrevista ao programa BNews Agora, na Rádio Piatã FM, o senador e candidato à reeleição Jaques Wagner (PT-BA) contrapôs as críticas da oposição com dados oficiais da redução da criminalidade no estado. O parlamentar apontou que o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) tem alcançado marcas históricas na repressão qualificada, sustentando que o enfrentamento ao crime organizado exige planejamento de Estado e cooperação entre União, estados e municípios.
Wagner enfatizou o recuo nos índices de letalidade violenta acumulados no território baiano. “Na área de segurança, que a oposição fala tanto, a gente chegou ao menor nível de homicídios aqui na Bahia. Desde que a gente acompanha a série histórica, teve uma queda de 23%. É óbvio que não está bom enquanto morrer uma pessoa ou alguém for assaltado, mas a polícia já recuperou milhares de celulares, bate recorde de apreensão de armas e acabou de realizar operação que prendeu 33 criminosos e bloqueou mais de 4 milhões de reais em espécie”, pontuou o líder governista.
O senador destacou que a modernização do sistema de videomonitoramento, implementada em sua gestão como governador e ampliada nos mandatos de Rui Costa e Jerônimo, já ultrapassou a marca de 6 mil foragidos da Justiça capturados por reconhecimento facial. “O sistema começou comigo com câmeras mais simples, mas a tecnologia avançou e hoje coloca a identificação facial imediata do cidadão. Com inteligência e tecnologia, a segurança pública anda para a frente”, explicou.
No plano legislativo, Wagner defendeu a votação célere da chamada PEC da Segurança no Congresso Nacional logo após as eleições de outubro, abrindo caminho para a criação de uma pasta federal exclusiva para a área pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Segurança não é política transitória de governo, é política de Estado. Espero que a gente aprove a emenda constitucional para o presidente Lula criar o Ministério da Segurança, unificando a inteligência da Polícia Federal com as 27 polícias estaduais e polícias internacionais em um pacto federativo real”, concluiu.