Salvador, 01/09/2026 18:46

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Jaques Wagner destaca entregas das gestões do PT, na Bahia, na área da segurança e aponta luta contra “multinacional do mal”

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Em entrevista à Rádio Metrópole, senador citou queda nos índices de homicídios, investimento em tecnologia e criticou a atuação do crime organizado na economia formal.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) defendeu, em entrevista concedida na manhã desta segunda-feira (10) à Rádio Metrópole, em Salvador, os resultados obtidos pelas gestões estaduais do PT na área da segurança pública. O parlamentar argumentou que, embora o setor seja um gargalo complexo, a população reconhece o empenho do governo baiano e os investimentos estruturantes que vêm sendo realizados.

Wagner citou dados de contratação e tecnologia implementados pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), como a incorporação de 10 mil novos policiais, a renovação da frota de viaturas e a expansão do sistema de reconhecimento facial, responsável por 1,5 mil prisões no primeiro semestre. De acordo com o senador, os indicadores de crimes violentos letais intencionais registraram queda de 20% no ano passado e redução adicional de 23% nos primeiros seis meses deste ano.

“A população critica o governo por conta de um problema, mas ela avalia a postura do governo frente ao problema”, pontuou o líder governista ao ressaltar que Jerônimo transferiu temporariamente seu gabinete para a própria sede da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) para acompanhar pessoalmente os indicadores operacionais.

Ao analisar o cenário da segurança em âmbito nacional e internacional, o ex-governador afirmou que o Estado brasileiro enfrenta uma “multinacional do mal”, referindo-se a facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho. Segundo Wagner, levantamentos recentes mostram que o tráfico de entorpecentes responde por apenas 10% do faturamento dessas organizações, que migraram para mercados como combustível adulterado, ouro e o sistema financeiro com o objetivo de infiltrar capitais ilícitos na economia legal.

O parlamentar defendeu o uso ostensivo de inteligência e cibernética no combate ao crime e contrastou a atuação do governo estadual com a gestão municipal da capital. Wagner apontou que promessas de ampliação do contingente da Guarda Municipal em Salvador não foram cumpridas pela atual gestão da prefeitura, argumentando que as divergências entre discursos de oposição e entregas efetivas serão ponderadas pelo eleitorado no momento do pleito.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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