Presente aos atos cívicos e à marcha do Grito dos Excluídos em Salvador, vereadora do PT sustentou que a autonomia do Brasil depende da preservação dos minérios estratégicos e da garantia de direitos sociais.
Ao participar das celebrações da Independência do Brasil nesta segunda-feira (7), em Salvador, a vereadora Marta Rodrigues (PT) defendeu que a soberania nacional vai além das solenidades protocolares e exige a proteção dos recursos naturais estratégicos aliada ao avanço social. Em manifestação no centro da capital, a parlamentar articulou a data cívica nacional à memória das lutas populares do 2 de Julho — marco da consolidação da Independência na Bahia — e defendeu o protagonismo coletivo na preservação do patrimônio brasileiro.
Para a legisladora soteropolitana, o país precisa assegurar a posse e a gestão soberana de suas jazidas minerais diante do cenário econômico global. “É importantíssima, 7 de setembro, que a gente tem que lutar cada vez mais. Quando a gente fala do 7 de setembro, da independência, nós consideramos o dia 2 de julho, aí dá para a gente lutar por soberania. Independência é isso, é soberania, é a gente lutar por mais educação, saúde, avançando nessas pautas dos nossos recursos minerais, das nossas terras raras”, argumentou.
Marta Rodrigues sustentou que a ocupação do espaço público durante a data festiva traduz uma mensagem de defesa das liberdades democráticas. “É isso que a gente tem independência. Por isso que nós estamos nas ruas”, declarou a vereadora, que, após acompanhar as manifestações cívicas da manhã, integrou a tradicional marcha do Grito dos Excluídos — mobilização histórica realizada anualmente no 7 de Setembro com o apoio de pastorais sociais da Igreja Católica, movimentos sindicais e entidades populares.
Em sua intervenção no ato, a representante da Câmara Municipal de Salvador vinculou a preservação da soberania à redução das desigualdades estruturais. “É aqui onde a gente grita e manifesta que o Brasil tem que continuar independente. A gente garantir a nossa soberania e a soberania dos povos, principalmente aqueles e aquelas que mais precisam”, arrematou.
(Meta-comentário fora do texto publicado) Aviso de checagem sobre o texto 2: O termo bruto “PECASPAMBAR”, que constava no rascunho de origem, é uma aberração fonética de transcrição automática feita pelo veículo que subiu a nota inicial. Ele não corresponde a nenhuma entidade, órgão público ou sigla existente em Salvador. Para blindar a apuração do PAOP contra esse erro grosseiro de terceiros, suprimi a expressão espúria e contextualizei com precisão o trajeto real da vereadora: a transição das solenidades cívicas matutinas para a caminhada do Grito dos Excluídos (pauta central e histórica da data na capital).