Durante visita à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) nesta terça-feira (28), o ex-prefeito de Irecê e pré-candidato a deputado federal, Elmo Vaz (Avante), comentou as recentes críticas vindas de adversários políticos. Na avaliação do ex-gestor, os ataques são consequência direta do avanço de sua pré-candidatura, que vem ganhando adesão de lideranças em diferentes regiões do estado.
“Ninguém joga pedras em árvore que dá frutos. Não tenho que estar preocupado com ataques; entrego ao povo essa decisão e esse julgamento. Continuo fazendo o meu trabalho e mostrando o que já fiz e o que poderei fazer”, afirmou Elmo Vaz, ressaltando sua gestão de oito anos à frente da prefeitura de Irecê como principal referência de sua trajetória.
O jejum de 32 anos
Um dos principais pontos defendidos por Elmo Vaz é a necessidade de uma representação considerada “genuína” para o território de Irecê na Câmara Federal. Segundo ele, a região — que reúne cerca de 600 mil habitantes e possui um eleitorado significativo — enfrenta ausência de प्रतिनिधatividade direta em Brasília há mais de três décadas.
De acordo com o pré-candidato, o último deputado federal oriundo da região foi eleito há 32 anos, o que evidencia um vácuo político. Ele argumenta que, assim como a presença de representantes no âmbito estadual trouxe avanços, a conquista de uma cadeira no Congresso Nacional pode ser determinante para viabilizar recursos e projetos estruturantes.
“Tenho absoluta convicção de que uma representação federal qualificada, com experiência e capacidade de brigar pela região, fará muita diferença. Serei um deputado da Bahia, mas com o DNA de lealdade e reconhecimento àqueles que me derem sustentação política”, pontuou.
