Parlamentar negou descontentamento com a suplência de Jaques Wagner ocupada por Edvaldo Brito e sustentou que 99% da legenda permaneceu firme no palanque governista.
Questionada sobre o fato de o PSD não ter figurado na titularidade da chapa majoritária para o Senado ou para a vice-governadoria — ficando representado pelo jurista Edvaldo Brito na primeira suplência de Jaques Wagner —, Ivana Bastos garantiu que a decisão foi construída com serenidade partidária.
A deputada sustentou que a unidade do partido em torno de Jerônimo Rodrigues e Lula nunca esteve ameaçada. “Não houve mal-estar algum. O PSD compreendeu perfeitamente a reeleição de Wagner e a volta de Rui Costa ao Senado. Nossa bancada e nossos prefeitos marcharam como um único corpo sob a liderança do senador Otto Alencar. Sobre o senador Ângelo Coronel, foi ele quem decidiu deixar o time, e não o time que o abandonou. Na política você precisa ter lado e coerência: não é possível servir a dois senhores ao mesmo tempo. Seguimos a liderança incontestável de Otto”, cravou a presidente da ALBA.