Candidato à reeleição ao Senado elogiou o formato de entrevistas individuais e aproveitou para celebrar o feriado do perdão judaico.
O senador Jaques Wagner (PT) afirmou na manhã desta quarta-feira (16) que prefere o formato de sabatinas ao modelo tradicional de debates eleitorais. Em entrevista concedida ao radialista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, em Salvador, o parlamentar argumentou que os confrontos diretos não ajudam a população a decidir o voto.
“Eu gosto até mais, viu, Mário, de sabatina do que debate. Que quando fica no debate acaba virando pugilato. Então o cara tem que mostrar que é melhor do que o outro, então em vez de explicar pra população o que quer fazer fica aquela guerra”, declarou o líder do governo federal no Senado.
Durante o bate-papo, Wagner, que é judeu, também celebrou o Yom Kippur, o dia do perdão judaico. “Você pede perdão revisitando o ano que se encerra e se preparando para, como se fosse de alma nova, alma limpa, para o ano novo”, explicou o senador, saudando a comunidade judaica e os cristãos que respeitam a tradição.