Salvador, 08/07/2026 14:43

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Com BR-324 afundando, falhas em pontes e obras paradas, deputado aponta “apagão viário” na Bahia com Jerônimo

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O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) criticou, nesta quarta-feira (8), a situação das rodovias baianas e afirmou que o afundamento de um trecho da BR-324, próximo à entrada de Simões Filho, é mais uma demonstração do “apagão viário” na Bahia.

Para o parlamentar, o episódio expõe a falta de resposta dos governos estadual e federal diante da deterioração da infraestrutura viária baiana. Régis afirmou que, mesmo com a BR-324 atualmente sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), após a saída da ViaBahia da concessão, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) não pode se eximir da cobrança, sobretudo por destacar com frequência a relação política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Quando a principal rodovia da Bahia afunda, não é apenas o asfalto que cede. Cede também o discurso de eficiência de um governo que fala muito em parceria, mas não consegue entregar o básico: segurança para o cidadão trafegar. A BR-324 é o retrato de uma Bahia que convive com improviso, remendo e descaso”, afirmou.

Além da BR-324, outro caso citado pelo parlamentar é a ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, em Itapebi, no extremo sul baiano. A estrutura passou por interdições e restrições de tráfego, com proibição temporária para caminhões e carretas, controle de peso obrigatório e desvio de veículos de carga por rotas alternativas. A situação afetou diretamente a circulação na BR-101, uma das principais rodovias do país, usada para transporte de cargas, deslocamento regional e escoamento da produção.

Segundo Régis, o caso da ponte mostra que os problemas de infraestrutura na Bahia não estão concentrados em um único trecho. Para ele, a falta de planejamento e de manutenção preventiva tem gerado reflexos em diferentes regiões, sobrecarregando rotas e ampliando o custo para quem depende das estradas.

“Esse virou mais um símbolo da lentidão. Sofre o produtor, o comerciante, o trabalhador, o transportador, o turismo e toda a economia regional. Infraestrutura não pode ser tratada como favor político nem como anúncio de palanque. Tem que ter prazo, manutenção e cobrança diária”, completou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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