Prefeito sustentou que debate sobre a presidência do Legislativo deve ocorrer após as eleições estaduais e reiterou respeito à autonomia dos vereadores.
A antecipação dos embates em torno da sucessão da presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS) — que envolve a pretensão de reeleição de Carlos Muniz (PSDB) e articulações da bancada ligada a Alexandre Aleluia (PL) — foi analisada por Bruno Reis. O prefeito defendeu que a bancada aliada concentre esforços na campanha majoritária de 2026, deixando as definições regimentais do parlamento para a última sessão do ano.
“Essa é uma decisão que cabe soberanamente aos vereadores da Câmara. Gosto muito de Carlos Muniz, gosto muito de Alexandre Aleluia e de todos os nossos parlamentares da base. O que eu tenho pedido a todos é que deixem esse debate para o momento apropriado, que é no final do ano, como sempre ocorreu tradicionalmente na Casa Legislativa. Ainda é preciso aguardar desfechos jurídicos e partidários sobre a possibilidade de reeleição”, afirmou o gestor.
Bruno ressaltou que trabalhará pela coesão do bloco governista no momento oportuno. “Eu irei atuar para que a nossa base construa uma candidatura única e harmônica, se possível sem disputa de plenário. A harmonia entre o Executivo e o Legislativo foi o que permitiu transformar Salvador nos últimos anos. Agora temos um desafio gigantesco no próximo dia 4 de outubro e não podemos dispersar energias com questões internas de mesa diretora”, advertiu.