Salvador, 25/09/2026 19:42

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“Big Techs acumularam poder maior que os bancos no século XX”, alerta Éden Valadares sobre algoritmos e desmente rejeição da juventude a Lula

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Dirigente petista destacou que 94% dos donos de smartphones utilizam serviços da Meta e apontou que pesquisas confirmam liderança do presidente entre eleitores de 16 a 35 anos.

O controle concentrado do fluxo informacional exercido pelos monopólios digitais foi classificado por Éden Valadares como uma ameaça sem precedentes à coesão social das democracias contemporâneas. Durante a bancada do Política Ao Vivo, o secretário de comunicação do PT alertou para a capacidade dos algoritmos de moldar comportamentos de massa por meio da monetização do ódio e da mentira.

“As Big Techs controlam não apenas a timeline das redes, mas o conteúdo, o volume, a frequência e o armazenamento dos dados. Cerca de 94% dos brasileiros com celular estão dentro do ecossistema da Meta. Nem o sistema financeiro internacional acumulou no século passado um poder tão concentrado nas mãos de tão poucas pessoas. Eles operam manipulando frustrações individuais e coletivas porque o que dá engajamento, audiência e patrocínio comercial infelizmente é o preconceito, a mentira e o extremismo, e não a tolerância democrática”, explicou Éden.

O coordenador rebateu análises que apontam uma adesão automática da juventude ao discurso da extrema-direita. “Criou-se a narrativa de que toda a ‘Geração Z’ está frustrada e revoltada contra as instituições, como vimos na tentativa forjada de invasão ao palácio presidencial no México. Isso é uma distorção das redes. As pesquisas mostram que o presidente Lula continua liderando com folga as intenções de voto nas faixas de 16 a 24 anos e de 24 a 35 anos. O jovem quer mudança, mas mudança para melhor: quer emprego digno, acesso à universidade, ciência, tecnologia e cultura, e não a volta ao desmonte do governo anterior”, pontuou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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