Salvador, 22/09/2026 10:22

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Autora da lei estadual contra o machismo nas escolas, Fabíola Mansur prega conscientização permanente: “Não pode ser só no mês de março”

Fabíola Mansur
Foto: PAOP

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Legislação de autoria da parlamentar instituiu campanha contínua na rede pública da Bahia com foco em equipes multidisciplinares e envolvimento da comunidade escolar.

Em pronunciamento veiculado em suas redes sociais, a candidata a deputada estadual Fabíola Mansur destacou sua trajetória parlamentar em defesa da educação e relembrou a autoria da legislação que tornou obrigatório o enfrentamento ao machismo nas escolas da rede pública estadual da Bahia. No relato em vídeo, Mansur recordou o período em que presidiu a Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), fase em que articulou a tramitação do projeto de sua autoria voltado à prevenção da violência e à superação das desigualdades de gênero nas salas de aula.

A deputada frisou que o debate sobre os direitos das mulheres deve transcender datas comemorativas específicas. “Eu não acredito que essa pauta tinha que ser só no mês de março”, sustentou Fabíola Mansur, defendendo que o combate à misoginia integre a rotina pedagógica durante todo o calendário letivo. O objetivo central da proposta foi estabelecer canais regulares de escuta e diálogo com toda a comunidade escolar, articulando alunos, corpo docente, coordenações pedagógicas e os núcleos familiares.

A mobilização parlamentar resultou na promulgação da Lei Estadual nº 14.452/2022, dispositivo legal que criou a Campanha de Empoderamento das Mulheres e Enfrentamento ao Machismo na Rede Pública de Ensino do Estado da Bahia. O texto da lei prevê a realização de ações educativas contínuas, programas de capacitação para professores e equipes pedagógicas, além de debates sistemáticos sobre discriminação e relações de gênero.

Conforme registros institucionais divulgados pela ALBA, a legislação estabelece ainda a formação de equipes multidisciplinares dentro das unidades de ensino — reunindo educadores, discentes, pais e voluntários da sociedade civil — encarregadas de conscientizar a comunidade escolar sobre os direitos femininos e monitorar práticas discriminatórias. Ao associar a vigência da norma ao seu histórico de atuação, Fabíola Mansur reiterou que a escola pública é um espaço primordial para transformar mentalidades e assegurar proteção duradoura às mulheres baianas.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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