O senador e candidato à reeleição Angelo Coronel (PSD) afirmou neste sábado (15), durante sabatina do Grupo A TARDE, que não vê, neste momento, condições para que o Congresso Nacional reúna quórum suficiente para deliberar sobre a PEC 6.1.
Segundo o parlamentar, embora o Congresso esteja mantendo atividades de forma remota, determinadas propostas exigem a presença física dos deputados e senadores para permitir maior debate antes da votação.
Coronel relatou que os parlamentares foram convocados para atividades presenciais no início do mês e que houve sessões no Congresso na sexta-feira (13). Segundo ele, no entanto, não foram pautadas matérias que exigissem a presença dos congressistas.
“Presencial no início do mês, dia 1º, fomos convocados ontem para isso. Ontem tivemos sessões. Não se fomentou nenhuma pauta que dependa da presença dos parlamentares”, afirmou.
Debate presencial
O senador afirmou que o funcionamento remoto permite a continuidade dos trabalhos legislativos, mas defendeu que algumas matérias demandam discussões presenciais.
“Mesmo estando todo o Congresso Nacional trabalhando no remoto, são pautas que exigem a presença física para que o debate fique mais acalorado e o debate fique mais embasado”, declarou.
Segundo Coronel, a análise de propostas dessa natureza depende da participação de um número suficiente de parlamentares, o que, em sua avaliação, ainda não seria possível.
Conversa com Alcolumbre
O senador disse ter discutido o tema com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e afirmou que não identificou viabilidade para reunir, neste momento, o quórum necessário para a deliberação da proposta.
“Eu não vejo, ontem conversando com o senador Davi Alcolumbre, viabilidade de termos quórum suficiente para deliberar sobre essa PEC 6.1”, afirmou.