Salvador, 26/08/2026 22:17

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“A juventude não é um adorno”, crava Bruno Monteiro ao destacar papel central dos jovens na campanha de Jerônimo

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Secretário licenciado da Cultura ressaltou inovações implementadas desde as caravanas do PGP e afirmou que novas gerações ditam a estratégia e as pautas da reeleição.

Em entrevista durante o encontro com a juventude partidária na capital baiana, o coordenador de campanha Bruno Monteiro ressaltou o papel ativo que a juventude vem desempenhando na construção do plano de governo e nas mobilizações de rua da base governista na Bahia.

Monteiro lembrou que a integração dos jovens foi estruturada desde os debates regionais do Programa de Governo Participativo (PGP). “Nós tivemos uma inovação na caravana na Bahia do PGP, que foi o ato da juventude, da cultura e da educação (…). Foram atos sempre protagonizados pela juventude, que trouxe as suas pautas, a sua forma de se organizar, a sua forma de fazer campanha”, pontuou.

O dirigente enfatizou que a presença jovem não tem caráter figurativo, mas decisório na disputa deste ano. “A gente não tá trazendo a juventude só pra se agregar na campanha, mas ela faz a sua própria campanha com o seu discurso, com as suas causas, com as suas bandeiras, com o seu jeito de fazer política. A juventude não é uma parte, não é um adorno. Ela é uma parte central da campanha de Jerônimo, de Lula, de Rui e de Wagner”, finalizou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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