Salvador, 06/11/2026 15:45

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ACM Neto descarta adesismo de deputados aliados na ALBA e diz que oposição manterá tamanho na Casa

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Ex-prefeito afirmou que parlamentares eleitos em seu palanque permanecerão no bloco oposicionista e explicou que Thiago Gilleno e João Bacelar não integraram sua campanha

O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, afirmou nesta sexta-feira (6) que a bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) manterá na próxima legislatura o mesmo tamanho efetivo que possuía, sem novas baixas para a base governista. Em entrevista à Rádio CBN Salvador, o ex-prefeito avaliou que os deputados estaduais eleitos em 2026 com apoio ao seu grupo permanecerão alinhados e diferenciou o caso de parlamentares que já votaram com o governo no último pleito.

“Eu não tô preocupado com esse ponto na Assembleia. Por quê? Nós vamos manter o mesmo tamanho que nós tínhamos. A diferença qual é? Que em 2022 a gente elegeu uma quantidade maior de deputados estaduais, só que essa diferença praticamente foi toda de adesismo. Dessa vez a gente elegeu uma quantidade menor, mas eu acho que não haverá esse movimento de adesão ou de adesismo à base do governo. Porque dos que se elegeram fazendo campanha comigo, eu imagino que todos vão continuar no campo de oposição”, declarou.

Ao ser questionado sobre rumores envolvendo o deputado estadual eleito Dr. Thiago Gilleno (Republicanos) e a atuação do deputado federal reeleito João Bacelar (PL), conhecido como Jonga Bacelar, Neto esclareceu que ambos não caminharam com sua candidatura ao governo estadual neste ano. “Vamos ser sinceros, vamos dar nome aos bois: Thiago Gilleno não fez campanha comigo. A esposa dele em Ponto Novo, que é prefeita de Ponto Novo, votou em Jerônimo. Então não adianta a gente querer criar fato onde não existe. Thiago Gilleno não conta porque ele não fez campanha comigo”, disse. “Dos federais eleitos, todos fizeram. Jonga Bacelar não. Jonga Bacelar pediu voto pra Jerônimo, pro 13 e tal, fez o L”.

Neto acrescentou que nunca impôs restrições a dobradinhas locais de deputados de seu partido com lideranças ligadas ao governo para não prejudicar a viabilidade eleitoral dos aliados no interior. “Eu nunca chamei qualquer deputado para gerar constrangimento e impedir que fosse votado com lideranças políticas que apoiavam a base do governo. Porque eu nunca me achei no direito de sacrificar ou colocar em risco o mandato do deputado, que eu sei como é para sobreviver na oposição. De fato, alguns deputados do nosso partido tiveram votos do outro lado e não havia censura da minha parte, desde que fosse uma coisa aberta, combinada, consensuada. Agora, a grande maioria dos eleitos estavam firmes e presentes no nosso palanque fazendo campanha comigo”, concluiu.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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