Salvador, 06/11/2026 14:24

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Jaques Wagner elogia Adolpho Loyola, mas pondera se Jerônimo abriria mão do secretário para disputar Salvador em 2028

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Senador afirma que grupo governista vive “melhor momento” na capital após resultado de 2026 e diz que candidatura não precisa ser obrigatoriamente do PT

O senador Jaques Wagner (PT) afirmou nesta sexta-feira (6) que a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) vive o seu melhor momento político para disputar a Prefeitura de Salvador em 2028, além de municípios estratégicos como Feira de Santana e Vitória da Conquista. Em entrevista ao programa Giro Baiana, do BNews, o parlamentar comentou os nomes especulados para a sucessão municipal na capital e elogiou a atuação do secretário de Relações Institucionais da Bahia (Serin), Adolpho Loyola, mas ponderou sobre o peso de sua eventual saída da articulação do governo.

Questionado sobre a possibilidade de Loyola encabeçar a chapa após a recusa pública do senador eleito Rui Costa (PT) em disputar o Palácio Thomé de Souza, Wagner destacou a presença do secretário ao lado de Jerônimo em todo o estado, mas lembrou que uma candidatura exigiria sua desincompatibilização dois anos antes do fim do mandato estadual.

Evidentemente que todos os nomes que tiveram desempenho eleitoral positivo aqui na capital é uma coisa que o nome fica alinhado ali. Mulher ou homem que teve uma votação expressiva agora nessa última eleição é pensado. A outra coisa é quem tem uma presença pelo seu próprio trabalho, deputado estadual ou federal ou secretário que tá lá. É óbvio que Loyola é um nome que tem uma presença muito forte, porque acompanha o governador no estado inteiro. Eu sinceramente não sei se o governador abriria mão dessa parceria, desse auxiliar que ele tem, que joga em todas as pontas, avaliou.

Durante a conversa, também foram citados quadros formados no grupo político, como o deputado federal eleito Lucas Reis (PT), que obteve 192.080 votos em 2026, e Éden Valadares, além do deputado federal reeleito Pastor Sargento Isidório (Avante), o mais votado da Bahia no pleito de outubro com 248.147 votos. Wagner ressaltou que a cabeça de chapa na capital não precisa pertencer obrigatoriamente ao PT.

A gente tá estudando nomes, evidentemente não é obrigatório que seja do PT. Eu digo sempre que todo mundo que tá no grupo tem direito. Eu acho que a gente tem que olhar para os nomes, não sei se a gente vai ter uma candidatura só ou mais de uma candidatura. Teve muita gente que teve um desempenho em Salvador, Isidório voltou a ter um desempenho em Salvador fantástico. Agora, eu digo sempre: não tem eleição ganha de véspera. Vamos trabalhar pé no chão, ver o nome que temos aí e vamos tocar, concluiu.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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