Líder petista defendeu que o segundo turno deve focar nas pautas com impacto financeiro e trabalhista imediato na rotina da população.
Ao detalhar a narrativa central que deve orientar a reta final da eleição presidencial, o deputado estadual Rosemberg Pinto afirmou na ALBA que o debate precisa ir além do balanço tradicional de obras e concentrar-se nas consequências práticas que cada modelo econômico impõe à vida dos trabalhadores.
Rosemberg elencou tópicos de confronto programático direto entre as candidaturas. “Temos de colocar as cartas na mesa: quem defende a jornada de trabalho no regime 5×2 é Lula; quem propõe contratação por hora — uma regressão profunda que precariza ainda mais do que o 6×1 — é Bolsonaro. Quem assegura que o aposentado receba o reajuste atrelado ao ganho real do salário mínimo é Lula; quem apoia o congelamento desses benefícios previdenciários é Flávio Bolsonaro. Da mesma forma, quem defende um país soberano e altivo é Lula, contra uma postura de subordinação aos Estados Unidos pregada pela oposição”, detalhou.
Na visão do líder da maioria, o eleitor tomará sua decisão a partir da proteção de sua renda e de seus direitos. “A disputa não será resolvida por discursos abstratos do passado, mas pelo que afeta o bolso, o descanso e o prato de comida de cada família brasileira”, concluiu.