Salvador, 17/09/2026 17:21

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Rui Costa compara polarização política a “seita” e cita disputa sobre paternidade da ponte de Ilhéus

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Candidato ao Senado avaliou que bolhas de redes sociais estimulam o ódio e levam eleitores a negarem evidências materiais.

O ex-governador Rui Costa (PT) analisou os efeitos da polarização no comportamento do eleitorado durante sabatina na Rádio Metropole. Para o candidato ao Senado, o ambiente digital e a fragmentação comunicacional criaram redomas informativas que dificultam o debate baseado em dados.

“O mundo ficou, a partir do celular, mais polarizado e mais suscetível a discursos de ódio e de preconceito, porque as pessoas se fecham em bolhas e não ouvem os diferentes. Toda vez que ouvem, reagem com ódio”, avaliou Rui, comparando a negação de fatos comprovados à dinâmica de uma “seita”.

O candidato exemplificou o cenário com uma discussão entre profissionais liberais acerca da Ponte Jorge Amado, em Ilhéus, entregue durante sua gestão estadual. “Um colega foi parabenizar o outro pela ponte estaiada de Ilhéus, que ficou belíssima, e o outro reagiu quase agredindo, dizendo que não fui eu quem fez, e sim Bolsonaro. Por mais que mostrasse as fotos e o edital de licitação estadual, a irracionalidade continuava. Quando você se nega a ver a realidade e os documentos, isso vira uma seita”, lamentou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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