Salvador, 17/09/2026 17:21

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Rui Costa faz balanço do PAC e comemora retomada de empregos na indústria naval brasileira

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Ex-chefe da Casa Civil afirmou que a gestão Lula reativou 14 mil obras paralisadas e fez os estaleiros nacionais saltarem para 56 mil postos.

Durante entrevista no programa Jornal da Bahia no Ar, Rui Costa (PT) abordou sua atuação à frente do Ministério da Casa Civil, ressaltando o papel do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na retomada de obras paralisadas e na recuperação de setores estratégicos da economia nacional.

“Nós pegamos o país destruído, todas as políticas públicas no chão e 14 mil obras completamente paralisadas. Eram 1.500 obras de saúde, 4.500 de educação e 87 mil casas do Minha Casa, Minha Vida. Nós retomamos todas e lançamos o PAC com creches, escolas integrais e forte investimento em mobilidade”, enumerou o ex-ministro.

Rui apontou a reativação da indústria naval como um dos principais reflexos da atual política industrial brasileira. “Lula deixou o governo em 2010 com quase 90 mil empregos navais. Quando voltamos, tínhamos apenas 8 mil empregos. Hoje, o último dado que acompanhei apontava 56 mil trabalhadores na indústria naval brasileira. Um país continental com essa extensão de mar e de rios não pode abrir mão dos seus estaleiros e da sua soberania produtiva”, defendeu o petista.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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