Salvador, 16/09/2026 14:46

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Wagner compara resistência contra o fim da escala 6×1 com discurso de quem defendia a escravidão

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Senador afirmou que a elite brasileira sempre foi contra os benefícios aos mais pobres, usando o pânico econômico como cortina de fumaça.

Ao comentar a resistência de setores empresariais ao fim da jornada de trabalho de seis dias por um de descanso (escala 6×1), o senador Jaques Wagner (PT) traçou um paralelo com os discursos do passado contra a abolição da escravatura e a criação do salário mínimo.

“Historicamente, a chamada elite brasileira, ou seja, os mais ricos […] sempre tiveram aversão, sempre foram contra a prosperidade das pessoas mais simples”, declarou o senador em Salvador. Ele relembrou que o Brasil foi o último país das Américas a abolir a escravidão sob a justificativa de que a medida quebraria o país — o que não aconteceu.

“Agora com o projeto de acabar com seis por um, a mesma coisa. […] Quem criou o fim da 6×1 não foi Lula, foi um balconista de farmácia do Rio de Janeiro que não aguentava trabalhar de domingo a domingo e não ter tempo de atender sua família”, relembrou Wagner. Segundo ele, pautar benefícios para os trabalhadores não acaba com o país, mas cria uma “economia de mercado onde tem dinheiro no bolso das pessoas”.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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