Durante os festejos do 7 de Setembro na Gleba E, prefeito confrontou o legado do grupo de Elinaldo Araújo (União Brasil), elencou entregas no transporte público e celebrou a reativação da Cidade do Saber.
O tradicional desfile cívico do 7 de Setembro, realizado na manhã desta segunda-feira no bairro da Gleba E, em Camaçari, foi palco de um contundente contraponto político apresentado pelo prefeito Luiz Caetano (PT). Logo após o hasteamento oficial dos pavilhões, o mandatário aproveitou a celebração da Independência para traçar um comparativo entre as ações de seu primeiro terço de mandato e o histórico de oito anos da gestão do ex-prefeito Elinaldo Araújo (União Brasil).
Em declaração à imprensa, Caetano afirmou que o ritmo imposto desde a sua posse superou os dois mandatos do grupo adversário. “Fizemos mais em um ano e oito meses do que eles fizeram em oito anos”, disparou o chefe do Executivo municipal, sustentando que a administração conseguiu destravar gargalos crônicos do município em um curto intervalo de tempo.
Para respaldar a comparação, o prefeito pontuou medidas de impacto direto na rotina da população, com ênfase na mobilidade urbana e nos serviços básicos. “Foi uma administração que, em pouco tempo, melhorou a iluminação pública da cidade, colocou o transporte coletivo que não tinha, que não funcionava na administração anterior”, ressaltou Caetano, referindo-se ao colapso do sistema viário herdado do mandato anterior e à reestruturação das frotas municipais.
No campo das políticas públicas e dos equipamentos sociais, o petista destacou intervenções estruturantes e a recuperação de símbolos da cidade: “Fizemos a Cidade do Saber de volta funcionar, construímos a Policlínica, começamos a obra do Rio Camaçari e estamos trabalhando fortemente na infraestrutura, cuidando da saúde e da educação”.
Ao avaliar a recepção popular ao longo do circuito na Gleba E, Caetano associou a data cívica à nova fase política do polo industrial: “Ver o povo nas ruas neste 7 de Setembro confirma que a cidade resgatou o seu orgulho, a sua esperança e o sentimento de liberdade”, concluiu.